You get what you paid for

Profissional freelancer: NUNCA cobre barato

05 de Novembro de 2011 às 11:23 Edgar Serra Editorial Sem comentários

Se você trabalha como freelancer, sabe que os clientes querem sempre o máximo com o mínimo de investimento. Isso trás a velha pechincha para o mundo virtual, contudo no meu entendimento para trabalho freelancer vale uma máxima: Cobro o meu preço normal ou faço de graça, nunca faço nada abaixo do meu valor real.

Pode parecer estranho uma frase que diz que é melhor trabalhar de graça do que cobrar barato, mas é verdade, a regra é simples, se a pessoa pagar ela vai exigir (e geralmente além do que deveria). Veja que não interessa se ela pagou R$100,00 ou R$10.000,00, ela vai exigir exatamente da mesma maneira, aqui não estou entrando no mérito do que ela vai exigir ou se ela tem este direito.

Então, vale a pena cobrar barato e ter dor de cabeça? A minha experiência diz que não.

Por outro lado, se você não cobrar nada pelo serviço, pode por limites, e como a pessoa não vai poder usar a máxima do “to pagando”, ela mesma vai chegar a conclusão de que não pode exigir nada além do que você realmente está disposto a fazer.

Claro, um bom contrato com os direitos e deveres em tese te dá uma garantia, mas é em tese. Dependendo do valor do trabalho, você contratar um advogado para te representar em uma causa movida por um cliente pode sair mais caro do que o próprio serviço. Veja que em geral os “pechinchadores” são os que mais criam problema.

Vale ressaltar que a idéia principal é você valorizar o seu trabalho, já vi gente baixando orçamento de R$2.500,00 para R$800,00 para fechar com o cliente, e depois se incomodando muito com o mesmo cliente. Estamos em uma livre concorrência, cada um cobra o que achar melhor, mas tudo com bom senso.

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